Ephemera surgiu a partir de uma reflexão sobre a música “Três bilhões de batimentos”, de Jorge Drexler, que aborda a brevidade da vida e a ideia de estarmos de passagem pelo mundo. Daí vem o nome Ephemera, relacionado ao termo grego ephemeros, que se refere ao que dura pouco tempo.
Visualmente, a tipografia se inspira no pichação, uma manifestação gráfica urbana originária de São Paulo na década de 1980. Sua construção utiliza linhas retas e ângulos suaves, afastando-se da estética tradicional do grafite nova-iorquino e aproximando-se de formas relacionadas à arquitetura. A família tipográfica utiliza um traço uniforme, com proporções definidas e curvas ascendentes e descendentes que terminam em pontas afiladas.
Reconhecimentos e Prêmios
2023
Anuaria México. Selección
Mejor tipografía
Mejor tipografía